opinião do DJ alma: Para comemorar o dia dos namorados nada mais gostoso do que o remake do clássico do terror slasher com meu ídolo Jensen Ackles, o Dean de Supernatural, mas o filme é muito previsível. No fundo gostei de assistí-lo.
Nota do DJ alma (De zero a 10,0): 6,0;
My Bloody Valentine 3D
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My Bloody Valentine 3D
São Valentim Sangrento 3D (PT) Dia dos Namorados Macabro 3D (BR)
Comentário do DJ alma: Esse filme me chamou a atenção só por Adam Sandler que faz um engraçado papel duplo em família. Ele e sua irmã gêmea bivitelina (disso eu entendo, pois sou biólogo) fizeram muitas peripécias até tudo ficar bem. Uma grande participação de Al Pacino como ele mesmo. Enfim, é um filme legal, mas não é excepcional dentre a filmografia de Adam Sandler.
Jack (Adam Sandler) mora em Los Angeles com sua esposa Erin (Katie
Holmes) e os filhos. Pacato homem de família e publicitário de sucesso,
sua vida só muda radicalmente durante a comemoração do Dia de Ação de
Graças. O motivo? A visitinha que sua irmã gêmea Jill (Adam Sandler),
uma grosseirona moradora do Bronx, em Nova York, costuma fazer para ele.
O pior é que todo mundo acha que eles são muito parecidos, mas Jack tem
certeza que não e só quer distância dela. Agora, o ano passou e o
calendário avisa: é hora de assar o peru e aturar as loucuras de sua
maninha.
A história é focada nos gêmeos Jack e Jill, que vivem bem distantes
um do outro. Enquanto ele formou família e enriqueceu, ela permanece
solteirona e solitária. O Dia de Ação de Graças se aproxima e, para
desespero de Jack, a irmã está prestes a chegar. É claro que eles não se
dão bem e é claro que, no decorrer da história, lições de moral sobre a
importância da fraternidade e dos bons sentimentos farão com que se
reaproximem. Não sem abusar – e muito – das características principais
da filmografia de Sandler, cuja predileção pela escatologia gera um tipo
de humor raso e sem graça.
A grande questão é que Sandler,
travestido, não convence nem um pouco. O próprio filme assume este lado,
com várias piadas sobre a feiúra de Jill e questionamentos se ela não
seria um homem. A autocrítica é até bem-vinda, no sentido de fazer graça
de si mesmo, só que é explorada de forma superficial. Sandler está mais
preocupado em fazer piada sobre as minorias, sob uma falsa aura de
proteção. Se por um lado as apresenta ajudando de alguma forma, por
outro não pensa duas vezes antes de estereotipá-las. É o que acontece
com os mexicanos, os indianos e os sem teto.
Outra aposta
fracassada é nos “twin powers”. São aquelas velhas histórias de que
quando acontece algo com um gêmeo o outro também sente ou que um
consegue adivinhar o que o outro está pensando. Ok, são argumentos
válidos dentro do contexto do filme. O incrível é que as pessoas em
volta acreditem piamente, numa complacência que beira o ridículo. Em
especial da personagem de Katie Holmes,
mera figura decorativa ao longo de todo o filme. Sua única função na
trama é aparecer bela como a esposa de Sandler, apenas isto. Retire-a de
cena e a história não sentirá falta.
Entretanto, o mais inacreditável é a presença de Al Pacino, que interpreta a si mesmo. O filme até acerta em algumas brincadeiras sobre a persona
pública do ator, como a predileção por Shakespeare e o fato de ter
ganho apenas um Oscar, mas também o coloca em situações vergonhosas. O
que dizer do comercial do Dunkaccino por ele gravado? É tão patético que
o próprio filme faz piada em cima de sua má qualidade. De todos do
elenco, é Pacino quem mais merece a Framboesa de Ouro por aceitar fazer
parte de algo tão baixo.
Cada Um Tem a Gêmea que Merece é um
filme pavoroso, daqueles que vão irritando mais à medida que a história
passa. Se você não for muito fã de Adam Sandler, passe longe. É dos
piores filmes de sua carreira.
Originalmente, o filme recebeu classificação PG (Não recomendável para
crianças) por conter (numa tradução aproximada) cenas de "humor
grosseiro, sexual, linguagem chula, violência cômica e uso de cigarros",
mas acabaram mudando para "material grosseiro, incluindo referências e
sugestões de linguagem e violência cômica".
Até 2012, este foi o sétimo filme do diretor Dennis Dugan com o ator
Adam Sandler. Os outros foram Um Maluco no Golfe (1996), O Paizão
(1999), Eu os Declaro Marido e... Larry (2007), Zohan - O Agente Bom de
Corte (2008), Gente Grande (2010) e Esposa de Mentirinha (2011).
De volta para o cinema
O ator e comediante Dana Carvey, famoso pelas comédia Quanto Mais Idiota Melhor (1992) e Quanto Mais Idiota Melhor 2 (1993), retorna para o cinema após nove afastado da tela grande.
Olha eu aqui outra vez
O ator Allen Covert que interpreta o personagem Otto fez o mesmo em Um Maluco no Golfe (1996), que também é um filme de Adam Sandler.
Não saia antes do final do créditos porque tem uma cena adicional.
Ops! Não era para aparecer
Quando usava uma mini-saia, interpretando o personagem Jill, Adam Sandler acabou tendo suas partes íntimas mostradas no filme.
Parece, mas não é
Assim como aconteceu em Esposa de Mentirinha, o personagem de Sandler
também leva alguém em um cruzeiro, no caso sua irmã Jill, para fazê-lo
feliz.
Idênticos, mas nem tanto
Apesar de o material promocional do filme explorar o fato de que os
personagens são gêmeos idênticos, a ciência considera idênticos somente
aqueles que são do mesmo sexo.