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sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Comentando Falling Skies (2ª temporada)


Falling Skies é um belo exemplo de como dar um salto evolutivo de uma temporada para outra, pois o quanto de morna teve a primeira foi o quanto de melhora teve nessa segunda. Até os personagens mais falhos e difíceis de aguentar se tornaram algo bem mais atrativo, e também a história que finalmente começou a desdobrar e não se resume mais ao esforço diário de salvar alguém da família Mason. Destaque é claro para a excelente inserção que fizeram até de “skitters” rebeldes e um Tom Mason um pouco mais passional.

Retomado praticamente de onde parou, de início já vemos que certas coisas mudaram: o Ben deixou de ser um pobre garoto sem o arreio e virou um soldado de alto desempenho, parte disso graças ao que sobrou do arreio no garoto e outra parte vindo do ódio extremo que o garoto vem nutrindo contra os aliens; Pope ainda é aquele que vai de contra a tudo; Tom volta, e o que houve com ele na nave dos aliens é mostrado ao longo do episódio, em flashbacks, nos deixando mais ansiosos pelo próximo; Hal retornou como uma peça mais funcional na 2nd Mass do que o fiel servidor do pai, mas claramente se sentia ameaçado pelo irmão e suas “super capacidades”, além de começar a desenvolver certa relação com Maggie. Fora estas reapresentações, a premiere serviu mais como um chamativo para o que estava por vir, com muitas cenas de ação, as primeiras aparições do Skitter de olho vermelho e explosões. 


Somente no terceiro episódio vemos a que finalmente a temporada viria a se direcionar: a viagem para Charleston. Uma mulher em um avião vem avisar que existe um grande aglomerado de pessoas que tentam reestruturar a raça humana e, apesar de duvidosos, após a morte de Jimmy, partem para a sonhada cidade. Foi exatamente esta “busca” por Charleston que deu uma melhorada na temporada, algo como ter um objetivo e não ficar vagando aleatoriamente por um roteiro incerto. Aqui também a série joga Pope para fora da 2nd Mass e devo dizer, foi ótimo. O personagem que deveria funcionar como o anti-Tom serviu somente pra causar chatices na trama. Em certos momentos o personagem funciona bem, como é visto mais a frente na temporada, mas até aqui ele foi somente o chato da turma que ninguém gosta. 

A temporada ganha seu ápice no trio dos episódios 2x05, 2x06 e 2x07 onde o “olho vermelho” se apresenta como o líder dos Skitters rebeldes e conta sua história: assim como os humanos, os Skitters foram dominados pelos Soberanos, tendo sua raça dizimada e suas crianças arreadas para servirem de escravos. Os que mantêm certa consciência se rebelaram e agora oferecem uma aliança aos humanos. Claro que a notícia não é tão bem recebida pela maioria, até Tom fica duvidoso da situação e somente Ben acredita totalmente. Pra mim este é o melhor ponto inserido pela série, que Skitters são apenas escravos e sofreram o mesmo que os humanos. 


Karen retorna à 2nd Mass após ser encontrada sem arreio em uma floresta, e sua volta só vem pra bagunçar com todos ali: além de causar um belo abalo na relação que vinha se formando entre Hal e Maggie, a garota ilude Ben a fugir com ela para ir atrás dos Skitters rebeldes. Tom já tem outros problemas com Weaver contraindo uma infecção misteriosa do corte que sofreu e ter todo o peso de comandar tudo por contra própria. Considero os eventos desse episódio algo bom para o personagem, onde ele descobre todo o peso de comandar tudo. Ben vinha confrontando seu irmão em vários momentos durante a temporada e tudo culmina em um confronto mais sério quando ele foge com Karen, chegando a deixar Hal inconsciente e partir com a garota que se revela mais traiçoeira do que suspeitavam. Seu plano era levar Ben até o Soberano para descobrir onde estavam os Skitters rebeldes. O plano todo é frustrado por Tom, avisado por ninguém menos que Pope, que acaba capturando o Soberano e o leva ao hospital que serviu de abrigo para 2nd Mass. 

Devo dizer que adorei a incapacidade do Soberano de se defender de uma simples arma, mostrando que eles são tão frágeis quanto os humanos. Apenas imagino a ótima sensação de ter a vida de seu inimigo em suas mãos e entendo a força que Tom precisou fazer pra não colocar logo uma bala em seu cérebro (se tiver um). Cercados e com uma fuga bem planejada a 2nd Mass sai viva de toda a situação e ainda consegue ferir o Soberano quando Tom, em um momento de fúria, dispara contra seu rosto (adorei ver ele se contorcendo de dor, cena muito bem feita). Ali no hospital a 2nd Mass teve mais uma baixa, que considero insignificante: Jamil. Além de morrer e transformar Lourdes em uma chata, qual foi a função do personagem? Tom também teve que se despedir de Ben, por causa de tudo que ocorreu ele não se sente mais bem em continuar junto com o grupo e decide partir para junto dos Skitters rebeldes. Toda a construção da cena onde Tom de despede do filho foi soberbo, um pai protetor precisar se separar do filho é algo complicado, e sem a evolução que o personagem sofreu talvez essa cena ficasse forçada. 


Com um episódio onde o drama serve somente para prolongar tudo, porém de maneira bem mais correta, Maggie é atentada por Pope e acaba contando todo seu passado para Hal, que claramente não lida muito bem com tudo isso. Enquanto isso, em outro carro o foco volta-se para Matt e uma criança sem arreio encontrada no meio do caminho, onde aqui o papel do personagem fica contrário ao último foco que recebeu: ele se mostra ainda criança e sente falta de ter outras crianças por perto. Matt claramente vive em um mundo de adultos e isso o afeta, mas ainda é uma criança mesmo que não queira.

Em um final de dois episódios, a grande esperança da 2nd Mass se realiza e eles chegam a Charleston. Todos ali se tornaram passivos diante de toda a situação alien, é como se nem existisse invasão alguma, todos com medo da figura central que propiciou todo aquele lugar: Arthur Manchester, interpretado de forma magnífica por Terry O’Quinn, que está mais preocupado com política de um mundo destruído do que conquistá-lo de volta. Como se não bastasse isso, Arthur obriga a 2nd Mass a permanecer em Charleston sem lutar, mas nada impede o grupo quando o “olho vermelho” surge e revela um plano perfeito para eliminar o Soberano. 


O plano funciona por um tempo, mas todos são capturados e Dra. Glass revela a Tom que está grávida dele. É impossível não se lembrar de The Walking Dead nesse momento e não comparar como uma nova criança vindo à vida é tratada. Enquanto no apocalipse zumbi tudo é tratado como um peso, algo que irá atrapalhar, aqui é levado como a esperança que precisavam, a motivação de devolver à aquela criança o mundo. O dia é salvo pelos Skitters rebeldes, e com uma ajudinha do Tom o Skitter de olho vermelho mata o Soberano, mas acaba morrendo junto, além de Dai também perecer. O plano funcionou, a arma que estava desenvolvendo ali explode e mais uma vez a 2nd Mass sai vitoriosa e retorna com glórias. 


Após todas essas voltas, viagens e muitas batalhas, Falling Skies encerrou a segunda temporada em ótima forma, tanto que lhe garantiu uma terceira. Dentre algumas falhas, algumas até mesmo ali nas cenas finais com Ben agora voltando para a 2nd Mass, a temporada se destaca mais por acertar a mão na maioria das coisas e as cenas finais do “season finale” prometem muito mais. Seriam os novos aliens amigos ou inimigos? O jeito é esperar a “Summer Season” voltar pra saber.

Escrito por Juan Lopes



terça-feira, 11 de setembro de 2012

Um balanço da 2ª temporada de Falling Skies


Inimigo ou aliado?
Spoilers Abaixo:
O céu nunca foi o limite para a ficção cientifica. Pelo contrário, olhar para o céu imaginando milhares de mistérios repletos de histórias extraordinárias sempre foi palavra de ordem dentro do gênero.
Por que não dizer que o gênero tem um pezinho na realidade? Quando o cinema ainda era apenas um experimento, um homem chamado Méliès no ano de 1902 fez um filme chamado Viagem a Lua, no qual um grupo de “astronautas” viajam para a lua, onde encontram uma civilização perdida.  Algo improvável? Não necessariamente, mais tarde na década de 60, o mundo viu Neil Armstrong dar um pequeno passo para ele, mas grande para a humanidade quando colocou os pés na lua. Sem contar os inúmeros filmes, séries e livros falando sobre viagens a Marte. Hoje em pleno ano de 2012 vemos sondas espaciais, chegando até lá.
Agora imagino quais serão os próximos passos. Talvez logo teremos uma Chave de Fenda igual a do Doctor ou um sistema de teletransporte como de Star Trek. Quem pode dizer que sim ou não? Afinal, o céu não é o limite.
Mas voltando a ficção, vamos falar de uma das séries que melhor representou o gênero nesse ano, Falling Skies. Na última semana foi ao ar a Season Finale da série. E vamos dizer, a temporada acabou com um gostinho de quero mais.
Talvez um dos momentos essenciais desse final, foi o último minuto, com a chegada de um novo ser alienígena, deixando no ar uma pergunta: aquele alien será um aliado ou mais um inimigo? Agora é esperar pela próxima temporada para saber.
Aliás, existe um modo melhor ou pior do que terminar uma temporada do que deixando uma incógnita para a próxima temporada? Uma boa e velha tática para segurar a audiência.
Nesse momento existe um misto de emoção dominado pela ansiedade para a próxima temporada e raiva, porque depois de uma temporada, você terá que esperar mais um pouco para saber o que vai acontecer. Ou seja, Falling Skies usou um velho, mas sempre eficiente método para garantir a audiência do próximo ano.
Felizmente, não tenho motivos para reclamar dessa temporada. Falling Skies surpreendeu trazendo uma história mais consistente. Definitivamente essa série é um exemplo de como uma primeira temporada morna, consegue crescer na segunda temporada.
Sem dúvida um dos grandes responsáveis por essa evolução é a história, afinal quando a trama é boa, tudo vai embora. Eles conseguiram criar um arco e fecha-lo dentro da mesma temporada.
Tom continuou sendo o personagem principal, mas não tem como negar que Ben, ganhou um grande destaque, tornando-se peça principal da resistência. Tudo bem, que no último episódio, sua participação ficou um pouco ofuscada. Em minha mente eu esperava talvez um ato grandioso, mas não tenho do que reclamar. Toda a relação entre pai e filho, de Tom vendo Ben trilhar seu próprio caminho foi um show a parte.
Nessa temporada vimos um Tom mais passional, o que me agradou muito. Faltava esse toque de explosão para deixar Tom mais humano.
A questão da resistência alienígena, também teve bons momentos. Os skitters juntando-se aos humanos levando a risca a idéia de que o inimigo do meu inimigo é meu amigo.
Não posso esquecer-me de Hal. Eu não era muito fã do menino na primeira temporada, mas ele teve bons momentos, em especial com o romance com Maggie. Juntos eles formaram uma boa dupla tanto em batalha quanto nas cenas românticas. Mas o melhor ficou para o final. Algo aconteceu com ele. Ele acordou um pouco estranho. Será que o jovem foi dominado pelos aliens? Para saber só na próxima temporada.
Capitão Weaver também teve seus bons momentos, foi um líder exemplar, mas foi o seu reencontro com a filha que marcou sua participação nessa temporada.  Não tem como negar, Falling Skies apesar de ser uma ficção cientifica é um drama familiar.
Apesar das boas cenas de ação que ocorrerão nessa temporada, o foco principal continua sendo “a reação humana diante da invasão”. Nesses últimos episódios com a chegada da resistência a Charleston, a série investiu pesado na ideia de uma sociedade criada a partir do caos, mostrando como os humanos, mesmo diante de situações criticas são capazes de sobreviver se ainda tiver um raio de esperança. Vale dizer que o tom otimista sempre foi uma das características da série. Essa ideia ficou bem clara com a gravidez da Dr, Glass, mostrando que apesar de tudo, um futuro ainda pode existir.
Em minha opinião, essa história da gravidez forçou um pouco a barra, um pouco repetida. Lembrou um pouco The Walking Dead, a diferença é que enquanto em Falling Skies, eles imaginam um mundo melhor para a criança, em The Walking Dead, não há nenhuma esperança.
Antes de finalizar preciso comentar sobre Charleston. Como expectadora, no inicio não acreditava que a cidade existia. Mas fiquei feliz em ver que estava errada, mas o que me chamou realmente a atenção foi o modo como esse remanescente da sociedade humana foi apresentado. Num primeiro momento, tudo parecia perfeito, mas logo vemos uma cidade dominada por uma espécie de governador tirano. Basta dizer que os diálogos entre Tom e o governador sobre história foram simplesmente sensacionais. Ou seja, mesmo estando a Terra sob domínio alienígena, o grande mal continua sendo o próprio homem e sua ganância.
Infelizmente a guerra tem o poder de mostrar dois lados dos humanos, o melhor, quando o homem é capaz de lutar para salvar a vida de milhares e o pior quando luta desesperadamente pelo poder.
Termino dizendo que provavelmente ainda existam muitos outro detalhes que merecem serem destacados, mas vou finalizando por aqui, afirmando que Falling Skies é uma série que recebeu notoriedade merecida nessa segunda temporada. E como fã do gênero e da série, já estou na expectativa para o próximo ano. Principalmente porque quero saber se aquele novo alien será um aliado ou mais um inimigo.

sábado, 18 de agosto de 2012

Alphas 2x01: Wake Up Call [Review]

Opinião do Dj alma: concordo com o pessoal ai embaixo do Seriados Anônimos em dizer que essa série é muito pauleira, mas não é muito comentada no mundo dos blogueiros. Sou fã principalmente por envolver poderes e estou agora acompanhando nossa segunda temporada a muito tempo esperada.

Essa Review foi feita pelo blog Seriados Anônimos


Que isso não vire um X-men: o confronto final -q

 Alphas é uma das melhores series ao lado de Being Human Us que é totalmente ignorada por todos os seriadores(menos meu bff Leo gravena), mas de nada me importa por que essa delicia é a coisa mais deliciosa no ar atualmente #chupapnc's e digo isso como minha opinião, a primeira temporada da serie foi extremamente consistente, inteligente e com um roteiro muito bem elaborado, além de claro muita criatividade com os poderes.
 No primeiro season finale Alphas samba na cara da sociedade e nos entrega o plot twist mais cliché E-V-E-R de series ou filmes do gênero que é revelar ao mundo a existência de humanos com super poderes, essa premiere mostra em flashbacks o que aconteceu no momento da revelação e como isso influenciou a vida dos Alphas principais.
 Hicks e Bill estão continuando no trabalho de capturar Alphas perigosos enquanto Nina volta a usar seus poderes para assuntos pessoais(pega macho) e Rachel esta no quarto pois seus poderes estão descontrolados e  Doctor Rosen está preso.No começo da premiere mostra-se o que seria um caso rotineiro de 3 Alphas agressivos e o time que agora só conta com Hicks e Bill de Alphas onde eles só conseguem prender uma deles que tem o poder de ''entrar'' em circuitos e computadores e com isso ela é levada para aquela prisão própria para Alphas perigosos, mais para frente descobrimos que tudo faz parte de um plano superior para libertar todos os outros inclusive Gary que estava la por ter tido problemas em uma unidade devido ao autismo.
 Isso tudo culmina em um plano para tirar Rosen da prisão e isso mais a frente mostra que foi arquitetado pela filha dele que vinha limpando-o de medicamentos mas isso se mostra uma faca de dois gumes pois  a filha dele esta com Staton o que traz uma reviravolta no minimo interessante  e que traz muitas possibilidades assim como tudo que foi apresentado. Todo a premiere foi com o intuito de orquestrar tudo que veremos na temporada com a equipe tentado capturar os fugitivos, os problemas obviamente formados pela época da separação da equipe, os planos de Staton, consequências da revelação dos Alphas, o ship no Gary entre outros.
 Temos material para uma O-T-E-M-A  temporada com direito a ação, boas historias e muito entretenimento, só me fica uma pergunta e a Red Flag?  aquilo ali dava um material ainda mais interessante. Alphas não precisava ser procedural tem uma trama que se sustenta muito bem aliado a um roteiro ágil e extremamente inteligente e criativo, expectativa para essa temporada ta la em cima.

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Grimm – 2×01: Bad Teeth [Season Premiere]


terça-feira, 12 de junho de 2012

Comentários e spoilers de Young Justice: Invasion - Depths (Episódio 2 x 07)

Artemis morta?
Chegamos aos comentários e spoilers de Depths, episódio que marca o fim dos episódios inéditos e dá inicio ao hiato de Young Justice: Invasion. Caso a reprisa siga até o fim, a Justiça Jovem retorna com novos episódios no bloco DC Nation apenas em 29 de setembro. Mas a grande questão é: será que a Artemis morre?

sábado, 9 de junho de 2012

[Review] Young Justice: Invasion – Linhagens! (2×06)

Comentários do DJ alma: Adorei a 1ª Temporada do Young Justice e a segunda esta cada vez melhor. A partir de agora vou postar Review (Resenha) sobre alguns desenhos que acompanho e de seriados. Vou postar material de sites e blogs especializados assim como meus comentários sempre que necessários. 

As Reviews atrasadas postarei aos poucos como matéria especial.

Hoje veremos o Episódio 06 da 2ª Temporada de Young Justice: Invasion pelo site Terra Zero:

Opinião do DJ alma: Episódio muito show com toda a família Flash e com a história secundária da trama do desaparecimenot do Ricardito original. adorei rever Jay Garrick e a volta de Impulso. A trama da batalha conjunta de Lince e Arsenal juntos e levando sua filhota com eles foi demais.

[Review] Young Justice: Invasion – Linhagens! (2×06)


Postado em 08/06/2012, por Matheus 'Kajima'


E vamos a mais um review de Young Justice! No sexto episódio de Invasion: uma homenagem ao Velocista Escarlate e seu legado, e o fim de uma jornada que se iniciou na primeira temporada!
IMPULSO!! (Não, eu não estou te chamando, Sergio)
Pontos Interessantes:
  • Ficamos sabendo, por meio da análise dos dados apreendidos dos Kroloteanos, que eles estavam usando as crianças sequestradas como cobaias para experimentos envolvendo meta-genes.
  • Episódio bastante focado na familia Flash, com direito até a participação dos membros aposentados (Wally West e Jay Garrick) e a introdução de um novo personagem: Bart Allen (Impulso), o neto de Barry Allen.
  • Bart veio do futuro para salvar a vida de seu avô e do vilão Nêutron.
  • Do outro lado da história temos a conclusão da jornada de Arqueiro Vermelho para encontrar o Ricardito Original.
:’)
Questionamentos:
  • Quem eram os aliens controlando Nêutron?
  • O que causou tal destruição no futuro?
  • Por que apenas Nêutron foi corrigido no fluxo temporal?
  • Qual o restante da missão de Bart Allen?
“Oi pai, oi tia Dawn!”
Opniões:
  • Esse episódio foi uma homenagem ao Legado do Flash, o que fica claro desde a introução do Impulso até a participação do Jay (Joel Ciclone, pros íntimos) no final. Imagino que aqueles que não gostam do Flash devem ter achado esse um episódio bem mais ou menos, mas para fãs do Velocista Escarlate foi um orgasmo visual.
  • Acho que esse foi o melhor uso de super-velocidade que eu vi num desenho animado, as cenas na velocidade da luz estão impressionantes, assim como as em slow-motion dos Flashes em ação. Destaque para a cena da conversa acelerada do Bart com o Barry.
  • As referências às histórias do Flash permearam este episódio, desde um easter-egg ao criador do personagem – Gardner Fox, até uma menção direta aos filhos de Barry e Íris (Don e Dawn Allen, os Tornados Gêmeos).
  • A escolha de alterar a origem de Bart foi muito acertada na minha opnião. Ajustar a data do Século 30 para 40 anos no futuro foi uma excelente ideia, porque não só facilita a explicação para o grande público como cria uma origem mais rica e com um potencial de ser explorada no futuro. E convenhamos, como você explicaria num desenho a ida da Íris para o futuro? Não tem como.
  • Sinceramente, por mais que eu goste da trama envolvendo a busca do Arqueiro Vermelho pelo Roy Harper original, eu achei que colocar a conclusão dela nesse episódio foi um erro. Tal evento poderia ter sido uma grande revelação e um acontecimento extremamente empolgante em outras cirtustâncias mas acabou ficando apagado pela empolgação com toda a história envolvendo a familia Flash (ou talvez eu esteja apenas sendo fanboy).
Essa semana eu resolvi fazer um pouco diferente e convidei o Joacélio para escrever as teorias! (Na verdade eu tava sem criatividade)
Teorias (por Joacélio)
Kajima me convitou pra dar uns pitacos sobre o futuro da série essa semana, então vamos às teorias:
  • Contrariando a teoria do Kajima na semana passada: Ele sugeriu que os sequestros realizados pela Luz era pra fornercer hospedeiros para The Reach, eu já tinha outra ideia que se confirmou essa semana. O modus operantis tá mais parecido com o que tem feito a N.O.W.H.E.R.E. nos Titãs dos novos 52. Sequestrando adolescentes com meta-genes a Luz pode então criar seu próprio exercito de meta-humanos. O papel dos aliens invasores é desenvolver uma tecnolgia de controle da moçada.
  • No episódio 2×04, quando o Long Shadow reaparece abduzido numa “capsula” de conteção, bem parecida com as utilizadas pelo Kadmus na série, aparecem outros adolescentes sequestrados. Alguém arrisca um palpite de quem eles possam ser?
  • Arqueiro Vermelho e Lince encontram o Ricardito “original”, tá na cara que ela sabe mais do que tá contando. No começo do episódio ela diz: “Pare de chamá-lo de verdadeiro Roy Happer.” Me parece uma dica para que na verdade o Roy maneta é na verdade um clone que deu errado, saiu fora do controle do Cadmus assim como o Superboy e que o Arqueiro Vermelho é o original. A Luz tem Psymon em suas fileiras, para ele, implantar uma sugestão hipnótica em qualquer herói me parece brincadeira de criança. Levando em conta que durante toda a primeira temporada o assunto Roy Harper se resumiu a “nada é o que parece ser na verdade”,  essa teoria me pareceu bastante aceitável.
  • Agora vou lançar uma teoria que já ando falando pro Vlad há algum tempo e que tem haver com uma que o Brunão vem pregando também no fórum do Terra Zero no Facebook. Brunão acha que o Flash, Barry Allen, vai bater as  botas. O episódio aponta pra isso. Wally deve mesmo se tornar o Flash antes do fim da temporada como afirma nosso amigo. O fato dele ter desistido da carreira de herói e estar na faculdade é muito parecido com o que vivia o Wally antes da Crise nas Infinitas Terras, onde Barry Allen morre. Uma das missões de Bart é impedir a morte do avô, mas como vimos o futuro não mudou totalmente, ou seja, Barry morre em algum momento e não impede o “fim do mundo”.
  • Como Bart mudou a linha do tempo, agora ele não sabe mais o que vai acontecer e com isso não poderá intervir novamente na cronologia. Reparem que o Flash e o Aquaman são os únicos fundadores da Liga que não foram ao julgamento no espaço pelos crimes cometidos durantes o tempo em que a JL estava sob controle da Luz e desapareceu por algumas horas.
  • Eu acho que a Liga será condenada e não voltará pra terra. E até o fim da temporada a Young Justice vai assumir a Liga da Justiça. Numa futura possível terceira temporada esse seria o mote. Os próprios produtores já afirmaram que, havendo outra temporada, haveria um salto muito maior no tempo. Também acho que a série deve mudar de nome pra Liga da Justiça ou algo parecido, o que justifica o fim da série de action figure.
  • O futuro apocalíptico de Bart Allen corrobora a minha teoria.  Vandal Savage é um expert em transformar a Terra num lugar desértico, e como líder da Luz ele sabe bem que pra dominar a Terra tem que tirar toda a Liga da justiça do seu caminho. Isso me fez lembrar outro possível futuro que aparece na série animada da Liga da Justiça, quando o Superman morre. Na verdade ele é transportado a um futuro onde Vandal Savage domina o planeta destruído. Mas nessa realidade  ele é o ultimo ser humano.
Bem, é isso aí. O que acharam das teorias do Joacélio? Comentem aí, e até semana que vem!